sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

** AS ESCOLHAS


Todos os dias fazemos escolhas e queremos escolher sempre o melhor. E há escolhas que, uma vez erradas, podem comprometer toda uma vida. Quais seriam então as escolhas certas a tomarmos e ainda as que não devemos fazer? É acerca disso que vou compartilhar com você.  
Há algumas escolhas que devem ser certas na nossa vida. A 1ª delas: Deus. Eis o que a Palavra registra, em Êxodo 20.1: “Não terás outros deuses diante de mim.” Escolha Deus. Mas não aquele deus fictício ou como sendo apenas uma ideia ou vago conceito que muitos têm, mas o Deus da Bíblia. É muito comum ouvirmos as pessoas dizerem: “Deus te abençoe”. Mas sem o conhecimento do verdadeiro Deus, isso pode soar vago, a despeito das melhores intenções. Eu prefiro falar: “Jesus te abençoe”. Quando você diz “Jesus te abençoe”, você está mencionando também o Pai de Jesus, o Criador, o Deus verdadeiro. Você está proclamando que na sua vida não há outros deuses diante de você. E Ele é fiel, o melhor para a sua vida. 
A 1ª escolha: que deve ser feita a cada dia é a de estar com o Senhor, de servi-lo, de adorá-lo, de amá-lo. Sem reservas. Em Provérbios, capítulo 3. 5-6, está escrito: “Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” Reconheça o Senhor, procure ver os sinais de sua ação e seu mover na sua vida, a fim de entender o modo como Ele fala, age. Escolha ter experiências com ele e viver ao lado dele. Jesus disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14.2). Escolha Deus.
A 2ª escolha a ser feita: a de amar próximo. “O amor jamais acaba”, escreveu o apóstolo Paulo em 1 Coríntios, capítulo 13. E a maior força que existe no universo é o amor. Jesus disse para amarmos uns aos outros, até mesmo nossos inimigos. “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15.12).

Ainda em 1 Coríntios, mas agora no capítulo 16, verso 14, Paulo disse: “Todos os vossos atos sejam feitos com amor.” Numa comparação, eu diria que o amor é como o óleo em uma máquina. Sem ele, as engrenagens dessa máquina tornam-se duras e emperram, comprometendo todo seu funcionamento. É assim também numa relação, seja qual for o contexto: casamento, trabalho, igreja, entre amigos. Quando falta o óleo do amor, tudo parece emperrar e nada funcionar. 
Certa vez alguém me disse algo. “Pastor, eu queria encontrar quem inventou o trabalho para poder matá-lo”. Eis a falta do óleo no ambiente de trabalho. Quando você ama o que faz, não há espaço para o fardo, para o peso, para o sofrimento. Ainda que seu superior, seu patrão, seja rabugento, ou que aquele que se diz seu colega seja implicante. Você pode superar essas ou outras dificuldades por causa do amor.  
Uma moça muito bonita estava em um hospital cuidando de um homem que estava cheio de feridas, numa situação muito delicada. Alguém chegou e disse a ela: “Eu não faço o que você está fazendo nem para ganhar um milhão de dólares”. A moça olhou para ele e disse: “Eu também não faria. Mas o faço por amor”. Havia amor no trabalho realizado. Tudo na vida é uma escolha. Se há algo que você pode dizer ser seu é a sua vontade, o seu livre arbítrio. E dentro do seu livre arbítrio, escolha amar.

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