segunda-feira, 22 de novembro de 2010

♥ Curados na memória - Parte final ♥


“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades, que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia, que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.” (Salmo 103:1-5)


No estudo anterior, aprendemos que precisamos buscar cura na memória, permitindo-nos ser consolidados e submetendo-nos ao tratamento. Essa é a forma de Deus agir em nós e nos aproximar mais dEle, porque os enfermos não conseguem usufruir os benefícios de Deus, pois estão presos às feridas e às marcas do passado.

Veremos mais três tópicos que nos levarão a ter a memória curada se aceitarmos o que Deus tem para nós, Seus filhos. Lembre-se de que a cura está à sua disposição e que pode brotar apressadamente, tudo depende de uma decisão.


Deus prova os corações

Um coração arrogante inibe a memória da bondade do Senhor, esquece dos benefícios de Deus em sua vida. Por isso, o Salmo 103 nos ensina a inclinarmos o coração a Deus, reconhecendo todos os Seus benefícios, que são incontáveis.

O homem que reconhece as bênçãos de Deus em sua vida é feliz e tem um coração agradecido, livre de enfermidades e aberto ao mover do Pai.

Existem guerras que enfrentamos que por mais que queiramos culpar o diabo, dizer que não sabemos o motivo de estarmos passando por aquela luta, por maior que seja a desculpa ou justificativa, lá no fundo, bem no fundo, sabemos que é Deus provando-nos para nos curar de áreas que ainda temos dificuldades de nos render. É assim que Ele trata conosco. E tudo que Ele faz é para nos tratar, aprovar e curar.

Só Deus conhece o nosso coração, só Ele sabe o que guardamos dentro da alma. Ele sabe o quanto em nós ainda necessita de cura. E se somos soberbos, a única forma de tratar a soberba, a arrogância e o orgulho é fazendo-nos submeter às guerras e aos desertos da vida.

Quando estamos alegres, não expomos o nosso coração. Mas quando entramos em guerra e decidimos lutar para vencer, então nos expomos e somos curados.

Ninguém, quando está feliz, mostra o lado triste do coração. Mas a pessoa ferida, em guerra, em meio ao deserto, expõe o coração. E é nesse momento que grandes surpresas são colocadas para fora. Com certeza, você já ouviu a famosa expressão: Meu Deus, eu não sabia que fulano era assim. E ficou arrasado quando viu alguém que você não esperava tendo uma determinada atitude!

Sabe o que acontece? É que existem lobos dentro de nós que querem matar a ovelha que somos. Precisamos vigiar muito e matar o lobo. É o lobo que deve morrer para deixar a ovelha viver em comunhão com o Leão da Tribo de Judá.

Infelizmente, conhecemos líderes, homens e mulheres valorosos que não venceram a guerra, que morreram no deserto por opção. Mas se temos esses exemplos, não precisamos cair no mesmo erro. Até porque todo ser humano enfrenta guerras, das mais variadas possíveis. Uns mais, outros menos. Mas o desafio não é entrar na guerra, mas sair dela vitorioso. Temos que nos humilhar, não podemos morrer. Não é justo morrer nem conosco nem com Deus.


Humilhar-se para vencer e ser curado

As pessoas que morreram no caminho foram as que não se humilharam. Humilhar-se na presença de Deus é a chave para ativar a memória do coração e receber a cura que tanto necessitamos e que nem sempre buscamos. Você só ativa a chave se houver humilhação. Então, o que você está esperando? Quando nos esquecemos, abandonamos os feitos do Senhor.

Abandonar é apagar a memória para a honra e ativar a memória para a desonra. Um coração humilhado por Deus é um coração que decidiu se render, que decidiu vencer e ser aprovado, para obter a cura.

O coração que se rende para ser curado alcança de Deus graça e favor, é um coração com a memória ativada para todos os benefícios do Senhor. Rende-se, humilha-se e é aprovado em todas as suas guerras.

Quando Jó enfrentou a sua guerra, talvez uma das maiores relatadas pela Palavra sobre um ser humano comum, porque Jesus veio em forma de homem, mas era Deus, ele disse: “Eu sei que o meu Redentor vive...” (Jó 19:25). Sabemos que apesar de tudo o Jó passou, no final, ele venceu e foi restituído EM TUDO.

A humilhação no meio da guerra produz provisão de Deus. Um coração que se humilha diante de Deus também sabe ser agradecido e recebe mais e mais do Senhor.

Quando o povo hebreu estava escravo no Egito e se humilhou, recebeu liberdade e provisão da parte do Senhor. “Mas, porque o Senhor vos amava, e para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito.” (Deuteronômio 7:8)


Um coração curado

O coração que tem a memória ativada é um manancial profundo. “E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam. E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar.” (Isaías 58:112,12)

A promessa é que seremos guiados, continuamente, pelo Senhor. Nossa alma será farta, mesmo que estejamos em lugares áridos, no deserto. Ele fortificará os nossos ossos. Quantos homens e mulheres de Deus sofrendo de artrite, osteoporose, precisando dessa fortificação. Seremos como um jardim regado e a promessa será estendida para a nossa descendência.

Um coração curado não se esquece de Deus, porque sabe que se esquecer do Senhor é o mesmo que apagar a memória da família, a descendência, pois os filhos herdam os tesouros dos pais. Pais humildes geram filhos humildes. Pais soberbos geram filhos soberbos.

Ativar a memória é confirmação da aliança de Deus sobre a descendência. “Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, que ele é o que te dá força para adquirires riqueza; para confirmar a sua aliança, que jurou a teus pais, como se vê neste dia.” (Deuteronômio 8:18)

O profeta Jeremias nos estimula a trazer à memória o que nos dá esperança. Isso traz cura para o coração. Que possamos trazer à nossa memória a Palavra de Deus, os Seus mandamentos, decretos, promessas! E que possamos viver por eles, assim seremos curados na memória e viveremos uma vida em segurança na Sua presença, garantindo que nossos filhos e gerações experimentem a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.

♥ Curados na memória Parte 1 ♥

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades, que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia, que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.” (Salmo 103:1-5)


A memória está ligada à alma. Nela, tudo é registrado no decurso da nossa vida, desde que fomos gerados na barriga da nossa mãe e será assim até o dia em que voltarmos para casa.

O Salmo 103:1-5 começa dando um comando à alma para bendizer ao Senhor, a não se esquecer de todos os Seus benefícios, lembrando que Ele é Quem sara todas as enfermidades; o que representa que a alma adoece.

Deus, porém, em Sua infinita misericórdia, perdoa e sara a alma iníqua, a alma que peca. Porque Ele sabe que quando a alma peca, ela sucumbe, entra em processo de envelhecimento. Quando isso ocorre, a alma facilmente esquece os benefícios do Senhor.


Ter a mente consolidada pela cura

O propósito de Deus para todo ser humano é resplandecer a Sua glória. Ele criou homem e mulher para serem abastecidos por Ele, supridos em todas as suas necessidades.

Podemos lembrar que no Éden, como relata o livro de Gênesis, Deus ia todos os dias conversar com Adão e Eva. Mas, no dia em que o homem pecou, a alma entrou em processo de enfermidade e houve separação da presença de Deus.

Muitos estão separados de Deus por causa do pecado, da alma enferma, doente. E hoje Deus nos chama para colocar em ordem a nossa alma. Ele quer-nos sarar, curar de todo mal, para que tenhamos novamente comunhão com Ele.

Precisamos alcançar em Deus, ter uma mente consolidada pela cura. Precisamos de cura na nossa memória. Deus sempre está pronto para nos curar e sarar, tudo o que precisamos é nos lançar em Seus braços de amor. Então, Ele traz sobre nós um novo entendimento e tudo que estava em trevas recebe luz, como no início da criação do mundo.

“Levanta-te, resplandece, porque já vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti.” (Isaías 60:1)

A cura de Deus em nós será manifestada de tal maneira que vamos ter que aprender a conviver com a nova mulher que nascerá em nós, a partir de uma alma sarada pelo Pai.

Muitas feridas foram abertas no decorrer de nossas vidas, feridas expostas na alma, feridas alojadas no coração. E a Igreja de Jesus ficou adoecida, mas é chegado o basta de Deus. Não podemos andar com enfermidades na alma, senão como vamos curar outros.

Deus quer-nos dar uma memória sarada para que ao recebermos as informações do Reino, possamos ser receptíveis. Não temos absorvido muita coisa e crescido mais porque as feridas têm-nos atrapalhado. E Deus quer consolidar nossa memória através da cura para que sejamos uma Igreja curada.

Em Deuteronômio 8, Moisés exorta o povo a ter sempre na memória os benefícios do Senhor para que vivam, multipliquem-se e possuam a terra que receberiam como herança. O Senhor prometera uma terra, mas havia a parte deles a ser cumprida.


Submetendo-se ao tratamento

Os mandamentos são a base para todas as promessas, todas as bênçãos que Deus tem para o Seu povo. É preciso manter em mente as lições que o Senhor ensinou na Palavra para que não deixemos de cumprir nenhuma delas.

Não há como obter êxito se não tivermos disciplina divina em nossas vidas. Muitos líderes não alcançaram o que tanto buscam, muitos vivem frustrados, porque não se submetem ao tratamento de terem a memória curada. Preferem viver presos a lembranças do passado que fazem enfermar cada vez mais e mais.

Há líderes que vivem em constantes desertos. Para estes, parece que o processo é sempre mais prolongado. Mas a verdade é que o treinamento para eles se estende mais, porque não se submetem. Lutam contra Deus e sempre perdem. O resultado é que são reprovados nas provas.

É no momento das provas que mostramos o quanto somos ou não tratáveis. Quando nos humilhamos, revelamos que o nosso caráter aceita o tratamento e revelamos os verdadeiros motivos do nosso coração. E de acordo com o que vamos aprendendo, vamos mudando, buscando ser sempre melhor, porque é essa a vontade do Pai para nós.

Deus humilhou os filhos de Israel para que fossem dependentes dos Seus mandamentos, para que recebessem as promessas divinas. Porque a condição mais importante para ser curado na memória é ter um relacionamento de intimidade com Aquele que alimenta o espírito, a alma e o corpo.

“Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sair da boca de Deus.” (Lucas 4:4)

Precisamos buscar cura na memória, permitindo-nos ser consolidados e submetendo-nos ao tratamento. Essa é a forma de Deus agir em nós e nos aproximar mais dEle. Porque os enfermos não conseguem usufruir os benefícios de Deus, pois estão presos às feridas e às marcas do passado.

♥ Vencendo principados e potestades - Parte final ♥

 
“E sucedeu depois destas coisas que, Nabote, o jizreelita, tinha uma vinha em Jizreel junto ao palácio de Acabe, rei de Samaria. Então Acabe falou a Nabote, dizendo: Dá-me a tua vinha, para que me sirva de horta, pois está vizinha ao lado da minha casa; e te darei por ela outra vinha melhor: ou, se for do teu agrado, dar-te-ei o seu valor em dinheiro. Porém Nabote disse a Acabe: Guarde-me o Senhor de que eu te dê a herança de meus pais. Então Acabe veio desgostoso e indignado à sua casa, por causa da palavra que Nabote, o jizreelita, lhe falara, quando disse: Não te darei a herança de meus pais. E deitou-se na sua cama, e voltou o rosto, e não comeu pão. Porém, vindo a ele Jezabel, sua mulher, lhe disse: Que há, que está tão desgostoso o teu espírito, e não comes pão? E ele lhe disse: Porque falei a Nabote, o jizreelita, e lhe disse: Dá-me a tua vinha por dinheiro; ou, se te apraz, te darei outra vinha em seu lugar. Porém ele disse: Não te darei a minha vinha. Então Jezabel, sua mulher lhe disse: Governas tu agora no reino de Israel? Levanta-te, come pão, e alegre-se o teu coração; eu te darei a vinha de Nabote, o jizreelita. Então escreveu cartas em nome de Acabe, e as selou com o seu sinete; e mandou as cartas aos anciãos e aos nobres que havia na sua cidade e habitavam com Nabote. E escreveu nas cartas, dizendo: Apregoai um jejum, e ponde Nabote diante do povo. E ponde defronte dele dois filhos de Belial, que testemunhem contra ele, dizendo: Blasfemaste contra Deus e contra o rei; e trazei-o fora, e apedrejai-o para que morra. E os homens da sua cidade, os anciãos e os nobres que habitavam na sua cidade, fizeram como Jezabel lhes ordenara, conforme estava escrito nas cartas que lhes mandara. Apregoaram um jejum, e puseram a Nabote diante do povo. Então vieram dois homens, filhos de Belial, e puseram-se defronte dele; e os homens, filhos de Belial, e testemunharam contra ele, contra Nabote, perante o povo, dizendo: Nabote blasfemou contra Deus e contra o rei. E o levaram para fora da cidade, e o apedrejaram, e morreu. Então mandaram dizer a Jezabel: Nabote foi apedrejado, e morreu. E sucedeu que, ouvindo Jezabel que já fora apedrejado Nabote, e morrera, disse a Acabe: Levanta-te, e possui a vinha de Nabote, o jizreelita, a qual te recusou dar por dinheiro; porque Nabote não vive, mas é morto. E sucedeu que, ouvindo Acabe, que Nabote já era morto, levantou-se para descer para a vinha de Nabote, o jizreelita, para tomar posse dela.” (I Reis 21:1-16)

Quando lemos a história de Jezabel e Acabe, descobrimos que ela, Jezabel, possuía raízes de iniquidades como destruição familiar, embriaguez física e embriaguez espiritual. Isso é extremamente sério e vai muito além de apenas atingir a vida das mulheres. A Bíblia, de forma clara, mostra como Nabote e sua família foram aniquilados por um capricho de Jezabel e seu marido, o rei Acabe.

Quantas vezes encontramos pessoas buscando apenas seus próprios interesses e não medindo esforços para conseguirem o que querem! E para conseguirem seus objetivos, mentem, matam, roubam, falam mal do irmão, destroem famílias, sem se preocuparem com as consequências. São pessoas possuidoras das características de Jezabel, vivendo sob a influência de um principado.

Poderíamos citar inúmeras características de Jezabel e Acabe, porque de um lado encontramos uma mulher extremamente dominadora de um marido cativo e que se deixava ser controlado, como mostra o texto de I Reis 21:15.

Acabe não se deixava ser dominado porque era um coitadinho. Não! Ele era o rei de Israel. Ele se deixava ser dominado por Jezabel por conveniência, como acontece em alguns casamentos. Somente porque ele não soube administrar um ‘não’, e entrou em depressão, Jezabel interveio, fraudando situações para conseguir os objetivos do marido.

Cuidado como você anda procedendo como marido, como esposa, como filho, como filha. Se você consegue detectar que sobre a sua vida existem características desse principado, renuncie em nome de Jesus e decida viver pelos padrões bíblicos e não pelas raízes de iniquidades de Babilônia.

Você agora já conhece como era o estilo de liderança de Jezabel e Acabe, porque tudo o que faziam, faziam juntos. Ambos estavam de comum acordo. Um aceitava o comportamento do outro, a falta de escrúpulos, as atitudes diárias em benefício das trevas. Acabe e Jezabel eram cúmplices.

Jezabel era tão forte que não apenas dominava o marido, ela queria dominar todo Israel, visto que já dominava sobre Acabe e sobre os profetas de Baal. Quando tentou dominar Elias, seus planos foram frustrados, mas não podemos nos esquecer de que apesar de não ter conseguido dominar o profeta Elias, ela conseguiu amedrontá-lo e fazê-lo ir para a caverna.

Vimos que o espírito maligno de Jezabel matou a família de Nabote, como descrito em I Reis 21:15, matou também João Batista (Mateus 14:8) e Sansão (Juízes 16:1), mas não matará as nossas famílias, porque estaremos alertas para vencer esse principado e tudo o que se levantar para querer nos afastar de Deus.

Jezabel e Acabe marcaram a história de Israel de forma muita negativa e perversa. Ela foi uma rainha muito maligna; fez com que Acabe apostatasse, abandonando os princípios do povo de Deus. Ele se tornou o mais iníquo de todos os monarcas de Israel, pois foi pressionado a abandonar a Deus e apoiar o culto a Baal.

Esse é o perigo da sedução que vem para assolar as famílias através da capa de Jezabel e Acabe, fazendo com que dentro das casas, pais e filhos tenham uma vida desregrada, sob as características de Jezabel e Acabe. Mas é chegado o tempo da Igreja se levantar e se separar de toda imundícia contaminadora.

O espírito de Jezabel tem que ser vencido, através da vida de santidade. Vencendo o espírito de Jezabel, as mulheres conseguem cumprir o seu papel no Reino e ser fortalecidas no Senhor e na força do Seu poder. Vencendo o espírito de Acabe, os homens conseguem exercer o sacerdócio designado a eles por Deus e que não pode ser exercido pela mulher, pois essa não é a função da esposa.

Então, as famílias viverão pelos princípios da Palavra, pelos padrões estabelecidos pelo Eterno. Você pode vencer o espírito de Jezabel, enchendo-se do Espírito Santo de Deus, vivendo o que está escrito em Joel 2.

Vencer Jezabel, a Rainha do Céu, é um dever da Igreja de Cristo, da Noiva do Cordeiro. Você pode, você é capaz, pois você pode todas as coisas em Cristo, que o fortalece. Vença e tenha uma família segundo o coração de Deus!
                                                       " Autor : Apóstolo Renê  Terra Nova " 

♥ Vencendo Principados e Potestades-Parte 1 ♥


“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo; e estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência.” (II Coríntios 10:4-6)

Nós que nascemos de novo temos a responsabilidade de garantir a pureza da Noiva de Cristo, através da missão que Ele mesmo nos concedeu. Deus tem um zelo especial por Sua Igreja, e nós somos parte integrante dessa obra. Portanto, no que depender de nós, precisamos, em tudo, cumprir o ide de Jesus; essa é a nossa função.

Contudo, sabemos que esse não é um trabalho tão fácil assim de ser realizado, pois nos deparamos, muitas vezes, com principados, potestades, forças dominadoras que tentam nos impedir e, até mesmo, paralisar nosso trabalho e nossa caminhada com Cristo.

O texto de II Coríntios 10:4-6 alerta-nos sobre o fato de que possuímos armas poderosas para vencer tudo o que se levanta contra o conhecimento de Deus. Nossas armas não são carnais, mas poderosas em Deus para destruir todo e qualquer tipo de fortaleza demoníaca.


Cumprindo nosso papel profético

No século em que vivemos, fica mais claro perceber como muitas situações se levantam para destruir os conselhos. Pessoas altivas que se levantam contra o conhecimento de Deus, através da mídia e de outras ferramentas à nossa disposição tentam de todas as formas nos empurrar para longe dos princípios de Deus. Por isso, devemos levar cativo todo o nosso entendimento à obediência de Cristo; assim, estaremos prontos para vencer todas as investidas malignas contra nós e contra a nossa casa, nossa família – célula principal.

Nesta geração, nosso papel profético deve ser cumprido, mas, antes, faz-se necessário vencer a Rainha do Céu, que é a mesma Jezabel, esse espírito dominador que se levanta de diversas formas e que precisa ser vencido pela Igreja de Cristo.

Deus está abrindo os olhos da Sua Igreja, advertindo homens, mulheres, jovens e crianças dessa terrível sedução. Não podemos deixar o mundo entrar na Igreja, pelo contrário, devemos trazer as pessoas do mundo para dentro da Igreja e deixar que sejam transformadas pelo poder do Evangelho, pela vida de Cristo. Mas, infelizmente, muitas vezes, não tem sido essa a realidade contemplada. Vemos homens, mulheres, famílias inteiras vivendo debaixo da imposição desse principado. Só que nós somos os remanescentes e nos levantaremos para fazer valer a Palavra de ordem do Senhor.

É chegado o tempo de pararmos e analisarmos nossa vida em Deus, descobrirmos quais as legalidades que ainda possam existir que permitem a atuação desse espírito maligno. Então, devemos fechar as brechas e cancelar todos os argumentos.


Quem era Jezabel e Acabe

“E Acabe, filho de Onri, começou a reinar sobre Israel no ano trigésimo oitavo de Asa, rei de Judá; e reinou Acabe, filho de Onri, sobre Israel, em Samaria, vinte e dois anos. E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do Senhor, mais do que todos os que foram antes dele. E sucedeu que (como se fora pouco andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate) ainda tomou por mulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi e serviu a Baal, e o adorou. E levantou um altar a Baal, na casa de Baal que edificara em Samaria. Também Acabe fez um ídolo; de modo que Acabe fez muito mais para irritar ao Senhor Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele.” (I Reis 16:29-33)

Jezabel. Jezabel foi rainha de Israel; ela promoveu culto a Baal, falso profeta. Ela era também falsa profetiza, uma rainha idólatra e imoral. Imitava os dons espirituais e exercia uma força tremenda sobre Israel. Seu nome representa o adultério físico e espiritual. Ela se tornou símbolo do gnosticismo na Igreja cristã, pois trabalhava com a inversão de valores.

Acabe. Acabe era rei de Israel. Ele casou com Jezabel, a filha de Etbaal. Ela trouxe consigo as práticas do seu povo para o meio do povo de Deus. Quando Acabe casou com Jezabel, o que não era permitido pela lei de Moisés, que proibia o casamento dos israelitas com qualquer pessoa dos povos pagãos, ela fez com que o rei servisse aos seus deuses e não mais ao Deus de Israel.

A Bíblia narra que o rei Acabe desejou a vinha de Nabote e que este se negou a vendê-la, o que acendeu a ira da malvada, que determinou em seu coração matar um homem justo, como registra I Reis 21:1-16. Ela tomou essa atitude porque possuía raízes babilônicas.

Jezabel não tinha escrúpulos, assim como muitas pessoas que conhecemos, que agem irresponsavelmente, sem se preocupar se vão ou não prejudicar uma vida e até mesmo uma família inteira, como no caso de Nabote.

Tão somente porque Acabe estava triste por não ter adquirido a vinha de Nabote, Jezabel ficou indignada e tomou uma atitude de vingança. A Bíblia diz que ela planejou matar um homem de Deus, e, para isso, mentiu, falsificou assinatura, levantou dois filhos de Belial como testemunhas para dizer que Nabote pecou contra o rei e contra Deus.

Interessante que ela era extremamente estrategista para o mal. Ela não mentiu de qualquer jeito, mas trouxe os anciãos para condená-lo. E quando mandou matar Nabote, determinou que morresse com toda a sua família.

Durante muito tempo, a Igreja de Cristo foi ensinada sobre Jezabel como um espírito maligno ou um principado que atua apenas na vida das mulheres, mas isso não é verdade! Jezabel é um principado que atua para destruir famílias.

Na semana que vem, vamos compreender como Jezabel age nas famílias provocando destruição e causando embriaguez física e espiritual.

Continua...  

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