domingo, 4 de setembro de 2011

Recompensa da obediência a Deus


"Se ouvires a voz do Senhor teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o Senhor teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus... O Senhor te abençoará e te abrirá o seu bom tesouro, o céu para dar chuva à tua terra no seu tempo e abençoará todas as obras das tuas mãos. Emprestarás a muita gente, porém tu não tomarás emprestado." (Deuteronômio 28:1-12)

O Senhor tem prometido para nossa geração dias de avivamento, de prosperidade, de celeiros cheios e lagares transbordantes. Porém, o desejo do inimigo é fazer com que vivamos debaixo de céus de bronze, com a prosperidade interrompida. Deus nos resgatou do império das trevas e nos trouxe para o reino do Seu filho. Quando somos transportados de um lugar para outro, mudamos de atmosfera e os céus do Reino não são de mesmice, indiferença, incredulidade ou carnalidade. São céus novos, que revelam o bom tesouro.

O avivamento é acompanhado de prosperidade, porque uma nação de avivamento precisa ser próspera para abençoar as outras nações, enviando missionários. Nós precisamos dos céus do Senhor sobre a nossa vida. E se os céus são do Senhor, Ele nos "aumentará em bênçãos mais e mais, tanto a nós, quanto a nossos filhos, quanto a nossa geração." (Salmo 115). Isto é, chegará um tempo reconhecido como o da prosperidade, virá o bom tesouro sobre nós.

A nossa geração, para aqueles que creem, será a geração mais próspera da Terra, pois virá a chuva sobre nossa lavoura. Se você tem dificuldade de crer, faça como o homem de Marcos 9:24, que arriscou a própria fé e pediu: Creio! Ajuda a minha incredulidade. Vale a pena arriscar a fé quando se está motivado na pessoa certa. Em outras palavras, aquele homem disse: "Se existe algum resquício de incredulidade na minha vida, arranque, Senhor!". Faça isso, também, peça ao Senhor que arranque todo resquício de incredulidade, para que o tão esperado milagre se manifeste na sua vida.

Os céus se abrem para que a prosperidade seja visível, para que a terra seja frutífera. A Bíblia não tem linguagem de miséria nem de derrota. Em Deuteronômio 30:14, o Senhor diz: "Coloco diante de ti a bênção e a maldição, a vida ou a morte. Escolha, pois, a vida para que vivas". Deus é sensacional! Isso é um conselho através do qual Deus nos diz o que devemos escolher: a vida. E é vida de vitórias, de bênçãos, de prosperidade.

Quero profetizar que a sua família será reconhecida como família de testemunho em casa, onde há um sacerdote, uma sacerdotisa, filhos que obedecem e honram os pais, pais que amam os filhos, e também será ratificada a bênção do mezuzá: "Seja próspero ao entrar e ao sair". Todos, ao entrarem em nossas casas, receberão a unção da prosperidade. Vamos erradicar a miséria, a ruína e a pobreza da nossa Nação, mas isso acontecerá quando Deus abrir o bom tesouro sobre nós e quando você não permitir que os céus de bronze estejam sobre a sua vida.

Para viver a recompensa, é necessário:

1. Estar desligado da idolatria
Idolatria é aquilo que ocupa o primeiro lugar em nosso coração. Não é apenas adorar um boneco de gesso, ou um crucifixo com uma representação de um homem. Há pessoas que idolatram o trabalho, o ministério, a família, o time de futebol. Cada um de nós pode ter resquícios de idolatria, por isso a Bíblia manda que o homem fuja dela (I Coríntios 10:14).

2. Obedecer às ordens de Deus
Quem não obedece é sacrificado e tem perdas irreparáveis. Filho que não obedece pai e mãe não terá dias prolongados sobre a terra, que é o primeiro mandamento com promessa (Efésios 6:2). Esta morte que o texto fala é morte moral, emocional, intelectual. Se o marido não obedece a Palavra em cuidar da esposa; a esposa em cuidar do marido e o casal em cuidar dos filhos, haverá abertura para maldição.

Obediência é um princípio: "Se obedeceres, cumprindo tudo o que Ele ordena", o bom tesouro será instalado. Você é obediente? Obedecer não significa concordar. Na maioria das vezes, mesmo que não concordemos com Deus, vamos ter que obedecer. Nossa carne briga contra Deus, mas temos que obedecer. O texto de Isaías 1:19 diz: "Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra". Ter boa audição espiritual significa estar aberto para que as verdades de Deus se estabeleçam na sua vida.

3. Velar pelas promessas
Deus é o grande "velador" da história: O Senhor vela pela Sua Palavra para cumpri-la (Jeremias 1:12). E você, está velando pelas promessas que Deus lhe deu? Velar é manter a confissão da profecia e ficar lembrando a Deus a promessa que fez. Em Isaías 43:26, o Senhor diz: "Venha, lembre-me das promessas que te fiz!". Deus está dizendo isso para que nós e Ele entremos na causa juntos, para que você receba a parte que lhe cabe, pois quem fez a promessa, vai cumpri-la. E sabemos que a promessa é de Deus quando está escrita na Sua Palavra.

4. Crer que Deus cumprirá aquilo que Ele prometeu
O que Deus diz é verdadeiro e a fé é a chave que abre o bom tesouro. O profeta vê e ouve no reino do espírito. Peça para o Senhor abrir a sua visão e batizá-lo em fé, para que o braço do Senhor se mova a seu favor e a palavra dEle se cumpra a Seu tempo.

O justo vê seu fruto no tempo certo, se não se deter no caminho dos pecadores, nem se assentar na roda dos escarnecedores (Salmo 1), levar a sério aquilo que crê, e preservar a fé. Tudo no tempo de Deus é formoso e perfeito. Nosso problema é que queremos tudo para ontem. Fruto que nasce fora da estação morre, cai, peca. Deus nunca está atrasado nem adiantado, sempre está na hora, e na hora em que Ele decidir manifestar a bênção, a bênção virá e você nem se cansará. Só cansa quem vive fazendo confissão contrária. Quando você alcançar a promessa, nem se lembrará mais dos momentos difíceis que passou.

Observando esses passos, o sinal da prosperidade nos perseguirá. Que Deus o abençoe com o bom tesouro sobre sua família. Que não falte a bênção da geração do justo: a riqueza na sua casa, dias longos sobre a terra e honra dupla para os seus filhos. Receba o bom tesouro: a terra dará o seu fruto na estação apropriada, tudo que estiver na sua mão Deus fará prosperar e você só estará por cima. Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa e Ele vai cumprir o que prometeu.

domingo, 10 de abril de 2011

♥Restaurando os níveis de aliança♥


Na vida, encontramos pessoas que ainda não aceitaram Jesus como Senhor e Salvador; encontramos pessoas que quase têm o Reino, mas não têm o Reino de verdade; encontramos pessoas que são quase cristãs, mas que não são cristãs de verdade. Podemos avaliar que encontramos pessoas que quase têm, mas não têm.

Você já parou para pensar no que você tem e no que você é? Já imaginou quem você pode ser nos próximos 5 anos de sua vida? A vida é tão rápida! As coisas acontecem de forma tão veloz. Por isso, devemos aprender a fazer decisões que sejam duradouras, decisões que sejam maduras.

Na vida, precisamos ser pessoas que valorizam a existência, pois o mundo está permeado de pessoas que não valorizam a sua existência e se permitem depressão, opressão e tristezas profundas, deixam que a casualidade acabe por engolir a sua essência; não conseguem se alegrar nem pela bênção de estarem vivas.

Um dia, olhei para uma pessoa e agradeci a ela por sua existência. Ela me respondeu que todo mundo existe. Eu a corrigi dizendo que não, que há pessoas que não existem, elas estão, mas não são; passam pelo Planeta, mas não fazem história; não marcam a sua identidade, pois não constroem nada que seja relevante.

A vida é passageira, ligeira, muito rápida. Pensamos que a vida é muito longa, que temos muito tempo pela frente, mas isso não é verdade. Quando nos damos conta, o tempo ou chegou ou já passou. Existem situações que precisam de decisões imediatas, porque a vida é feita de oportunidades e de decisão. Alguns têm oportunidades, mas não decidem. Outros querem decidir, mas não têm oportunidades.

Há pessoas que pensam que viver de alegria é beber, fumar, usar drogas, farrear, gritar, etc. Mas, a Bíblia diz que a alegria do Senhor é a nossa força e não está ligada a nenhuma das situações citadas. Mas como alegria é um sentimento, as pessoas expressam a alegria pelos canais que conhecem.

Quando o Brasil perde ou ganha um jogo de futebol, por exemplo, seja na Copa ou nas Olimpíadas, algumas pessoas têm o humor enfraquecido, iram-se e perdem a ‘alegria’. Para nós, ainda que sejamos brasileiros, nossa alegria não está pautada em um jogo de sorte ou de azar, mas nAquele que é Senhor dos senhores e Rei dos reis.

Dr. Merval Rosa, um dos maiores psicólogos da história brasileira, diz que alguns nasceram para ter e outros nasceram para ser. E que, infelizmente, a grande maioria nasceu apenas por nascer, porque não descobriram o caminho de ser para ter.


Aliança entre Israel e Deus

A Bíblia diz em Oseias, que o povo perece por falta de entendimento (Oseias 4:6). Deus diz ao Seu povo que eles não podem ser fechados, isentos de entendimento. Deus usa a figura do boi para falar com eles, mostrando que o boi é o animal de menor percepção (Isaías 1:3). Ele não tem direção para correr, por isso, nas touradas, eles saem desembestados.

Deus estava lembrando ao Seu povo que um boi não poderia dar-lhes direção, como aconteceu no deserto, quando Moisés subiu para receber instruções de Deus por 40 dias e, ao descer, encontrou um bezerro de ouro, o deus Ápis. Eles criaram um deus para lhes dar a direção de volta ao Egito.

O Senhor lhes mostrou que o boi não tem entendimento e que Ele, o próprio Deus, estava chamando a atenção do Seu povo para que voltassem para Ele. Se o povo não abre o entendimento, não há como fazer o caminho do retorno, entre o povo e Deus e entre Deus e o povo. Deus chama Israel de volta para fazer aliança com Ele.


Aliança entre marido e mulher

A aliança entre marido e mulher fala da fidelidade que está na família. Quem tem Deus como Senhor da sua vida, a primeira coisa que recebe é a restauração familiar. A partir do verso 15, do capítulo 2 de Malaquias, Deus diz que o Seu povo cobriu de violência o pacto que foi firmado no altar com a mulher da sua mocidade.

O Senhor continua dizendo que eles mancharam o vestido da mulher da aliança. E que, por causa disso, não recebia as ofertas que entregavam nem ouvia as suas orações. Deus disse ao povo que, por causa da quebra desse princípio, a prosperidade foi retida.
Todas as pessoas que casam e permanecem fiéis na aliança do casamento prosperam absurdamente. Ainda no capítulo 2:10-16 de Malaquias, encontramos a única afirmativa de Deus em relação ao ódio. Deus diz que odeia o divórcio. Odiar é o mesmo que aborrecer, rejeitar e renunciar.

Deus é Senhor de aliança, Ele conserta e restaura alianças. Seja qual for o estado em que você estiver, ao encontrar Jesus, há solução para o seu caso, porque Aquele que está em Cristo é uma nova pessoa, as coisas velhas passaram e tudo se faz novo.

Há remédio para o seu casamento, há remédio para mudar a sua história. Você não está perdido e desorientado quando vem para Jesus. Mesmo com dor, há solução. Deixe a acusação de lado, não há condenação para aquele que está em Jesus. É verdade que o diabo é acusador e trabalha com feridas, dor, sentimentos, traumas... Esse é o papel dele. Ele quer traumatizar casamento, relacionamentos, o povo de Deus, e quem puder. Ele quer traumatizar, porque sabe que um trauma é uma porta aberta para argumentos.

A aliança entre homem e mulher faz nascer uma família que deverá desenvolver uma aliança debaixo de princípios. Todo mundo quer um casamento saudável. Até os que dizem que não querem, querem! Para muitos, a vida está sem graça. A vida perdeu a tônica de alegria, perdeu o riso. Todo marido ou esposa que faz um caminho alongado antes de chegar a sua casa, certamente tem um problema que não quer ser enfrentado.

A Graça de Deus precisa entrar na família, no casamento, para que a sua casa seja um tabernáculo do Deus vivo. Muitas casas deixarão de ser pontos de contatos de demônios e idolatrias para se tornarem em casas que têm a presença do Deus Todo Poderoso.

O livro de Levítico diz que uma casa onde não há sacerdócio é uma casa onde não há presença de Deus, e que até as paredes têm maldição. O telhado goteja, não há jeito de tirar a infiltração na parede, a casa é mofada, os filhos têm alergia, o pai e a mãe são alérgicos, a família é alérgica nos relacionamentos. É alergia de todo o tipo porque o ambiente é alérgico. Nem a casa possui alegria.

Quando entramos em uma casa, percebemos o ambiente espiritual, sentimos os céus daquele lugar. Há situações que dá até vontade de fazer o que a Bíblia diz: bater os pés para tirar o pó e ir embora na mesma hora.

Mas Deus quer restaurar os níveis de aliança. Pode ser sua com Ele ou pode ser a aliança do seu casamento, o Senhor quer que você tenha a alegria do Reino de Deus e compreenda os níveis de aliança.

Se uma casa não tem alegria, os céus dessa casa, o telhado dessa casa, o ambiente dessa casa não tem graça, não tem unção, falta alguma coisa no sobrenatural. Mas a casa onde os umbrais e a porta de entrada estão selados, recebe a proteção de Deus. Deus quer fazer da sua casa um lugar em que você tenha prazer de estar, assim como todas as pessoas que chegarem também tenham vontade de ficar. A sua casa será chamada um pedacinho do céu! Sua casa se transformará na sede do avivamento do Deus Todo Poderoso, porque a glória de Deus a invadirá! 

♥Onde uma pérola é gerada ♥


“Quem mediu na concha da sua mão as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças?” (Isaías 40:12)

Assim como é impossível o filho ser gerado fora do útero, é impossível uma pérola ser gerada fora de uma concha. Em Isaías 40:12, está escrito que as mãos de Deus são duas grandes conchas para gerar pérolas. Essas grandes conchas entram em um grande oceano onde as pérolas são geradas.

O Templo do MIR é uma grande concha, uma grande ostra. E você é uma grande pérola que está sendo formada aqui dentro. Você é uma pérola! A generosidade do Pai tem alcançado e moldado sua vida.

Cada um de nós foi formado nas conchas das mãos de Deus, somos filhos legítimos que fazemos parte de uma multidão de filhos legítimos. Sabemos que pai é pai, e mãe é mãe. Não há nenhuma dificuldade para um pai internalizar sua paternidade, porque quando é pai ele quer que o filho faça parte da sua essência. Todo filho é um pedaço da vida do pai, uma extensão que se move, caminha, celebra... Já a mãe não precisa fazer esforço para dizer que é mãe. Ela é mãe na sua essência e na sua naturalidade. Durante nove meses, ela toma todos os cuidados adequados para que a vida que está guardada em seu útero tenha um nascimento saudável e uma vida melhor que a dela.

Todo pai e toda mãe querem mostrar o filho. Filho faz parte de uma essência, de um todo. Pai e mãe não têm crise em relação aos filhos. Mas, algumas vezes, filhos têm crises em relação aos pais. Isso normalmente ocorre porque os pais têm a reação natural de proteger o filho, como um bom leão e uma boa leoa. Agem na naturalidade, apesar de nem sempre os filhos compreenderem o porquê de algumas reações dos pais.

No mundo de hoje, é comum ver adolescentes e jovens passando por crises com os pais. É bem verdade que isso também ocorre porque em algumas famílias os pais adotaram a televisão e outras ferramentas para substituir a paternidade. Houve uma inversão de valores dentro de casa, o que gera crises desnecessárias.

Muitos pais tentam substituir a ausência com presentes, bom supermercado, brinquedos caros, etc. Isso faz com que os filhos cresçam carentes e façam leituras erradas em relação aos fatores externos.

Pela falta dos pais, entram as amizades erradas, adquiridas na rua, no colégio, na faculdade, nos lugares mais variados. Tais relacionamentos podem trazer várias perversões no entendimento do que é ser filho e do que é a paternidade em si. Filhos criados sem assistência dos pais não conseguem compreender o que é ser filho legítimo, por exemplo, a menos que nasçam de novo.

Há filhos que são tão feridos com os pais que sentem vergonha de ser filhos de quem são, alguns chegam mesmo a negar a paternidade e a maternidade, arrumam substitutos.

A Bíblia diz que há uma filiação que entra no nível da carne ou do Espírito (Romanos 8:12-16). Ou é carne ou é espírito. Se há opção da carne, entra a morte. Se há opção do espírito, entra a vida. Há dois níveis de salário para um trabalho. As pessoas que vivem na obra da carne, trabalham na obra da carne. A Bíblia diz que o salário do pecado é a morte, então se eles vivem na obra da carne e vivem por um salário, seu nome é morte.

A Bíblia diz em Gálatas 6:7-9 que aquilo que plantarmos, colheremos. Quem planta na carne, colhe morte. Quem planta no espírito, colhe vida.

Então, a lei da semeadura, a lei do plantar e colher, sempre frutificará. Se o plantio for na obra da carne, a colheita será de morte, itens diferenciados de morte. Se o plantio for no espírito, a colheita será de vida, índice e níveis diferenciados de vida.

Essa morte que aparece na Bíblia não está falando de necrós, é a morte sarkós, ou seja, alguém que perdeu a bênção da vida, alguém que não consegue ver e, por isso, está debaixo desse decreto maligno, que é o sarcófago. A própria pessoa cava a sepultura.
A colheita no espírito é de vida de Deus, uma vida plena da autoridade divina. A pessoa ganha velocidade nos passos, nas palavras, no território onde passa; essa é a vida eterna.

Quando aceitamos Jesus, não podemos mais perder tempo. Deus está abrindo o entendimento do Seu povo para que haja compreensão completa de que somos pérolas preciosas no Reino, somos filhos legítimos do Pai.

Quando um filho legítimo não entra em crise?

Um filho legítimo não entra em crise quando separa o que ouve. Não há outra regra e princípio a não ser separar o que ouve. O texto de Tito 2:8 diz que o diabo só encontra oportunidade por aquilo que falamos e ouvimos. É onde o diabo ganha vantagens na vida de algumas pessoas.

Há pessoas que se apressam em levar uma notícia que nem sabem se é ou não verdade. Isso é um perigo, porque, além de denegrir a imagem dos outros, atraem maldição. Levam adiante uma história que nem sabem se é ou não verdade.

O Evangelho é a Boa Notícia do Reino, portanto, quem nasce nesse Evangelho deve levar as Boas Notícias e não as más notícias. O Salmo 112:6 diz que o justo não teme as más notícias, porque ele está escrito em memória eterna diante do Senhor Todo Poderoso.

Precisamos saber que há legitimidade e, como filhos legítimos, não podemos estar denunciando, denegrindo, maculando a identidade do irmão. Independente de ser mais velho ou mais novo na comunidade, não temos esse direito. São tantas coisas terríveis que ocorrem em nossas vidas por falácias e o homem tem uma tendência natural de acreditar mais em mentiras do que em verdades.

Quantas mentiras foram lançadas sobre você e você acreditou, mas uma palavra de vida foi uma dificuldade para entrar. Deus vai deletar toda palavra de morte que entrou em sua alma para plantar a sede das boas notícias dEle dentro de você. Você será formado um filho legítimo que tem assinado a bênção para a vida e não a maldição para a morte.

Este é um novo tempo no qual devemos fazer uma nova assinatura sobre nossas vidas. Deus julgará com retidão, porque você nasceu par vencer. Não receba outros decretos sobre você. Você é filho legítimo, uma pérola formada nas conchas das mãos de Deus.

♥Renunciando atitudes erradas♥

“Mas agora, assim diz o Senhor que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu.” (Isaías 43:1)

Deus criou Jacó, mas formou Israel. A Igreja de Jesus hoje possui ainda algumas características de Jacó, mas o Senhor quer formar dentro de nós o caráter de Israel. Nós somos do Senhor, Ele nos remiu, chamou-nos pelo nome, Israel, e somos dEle.

A Sua obra em nós será completada, todas as atitudes de Jacó na nossa vida serão destruídas pelo poder do nome de Jesus e nós seremos libertos. Jacó significa enganador, trapaceiro, mentiroso, fraudulento, ladrão, criador de contendas, mau caráter, aproveitador. Jacó perseguia seu irmão e causava um desconforto familiar.

Jacó destruiu a sua família e encontrou o reforço do seu mau caratismo na casa de Labão. Isto porque Labão significa ladrão, filho da desonestidade. Um Jacó prefere outro Jacó, porque os grupos homogêneos se preferem. O mentiroso anda com o mentiroso, o verdadeiro com o verdadeiro e isso acontece também dentro da Igreja. É por isso que afirmo que dentro da Igreja não faltam jacozinhos. Mas, o Senhor tirará de nós toda herança de Jacó e nos transformará em Israel.

Quando lemos os capítulos 25 a 32 de Gênesis, vemos na história de Jacó muitos atos que resultavam de seu mau caráter. Jacó trabalhou sete anos para ter Raquel como sua mulher, mas na noite de núpcias descobriu que havia dormido com Lia, a primogênita. Em vez de devolver Lia e dizer eu quero é Raquel, a mulher que amo, Jacó ficou com as duas.

Esse espírito de adultério e bigamia é herança de Jacó e sairá do meio da Igreja, em nome de Jesus. Labão e Jacó viviam em constante competição, vendo quem conseguia enganar melhor a quem. Até mesmo as filhas de Labão não lhe deram honra e fugiram com Jacó sem nem sequer falarem com seu pai. Eram jacozinhas seguindo Jacó, uma total jacolândia.

Jacó saiu da casa do seu sogro com muitas riquezas, muito gado. Porém, antes de ir para a casa de Labão, Jacó havia feito um voto pedindo ao Senhor que lhe desse pão para comer e vestes para vestir e em paz voltasse à casa de seu pai.

A ganância do coração de Jacó era muito grande e começou a competir com Labão, buscando cada vez mais riquezas. Jacó e Labão conseguiram conviver muito tempo porque são homogêneos, tinham características em comum, gostavam de mentir e enganar.

Labão soube que Jacó tinha fugido apenas três dias depois, foi atrás dele e perguntou-lhe para onde ia. Ele lhe respondeu: para a casa de meu pai. Mas, ele não sabia que Jacó não entra na casa do pai, mas só Israel. Para voltar à casa do Pai, Jacó precisou ter um Encontro com Deus. Ele brigou com o anjo uma noite inteira.

Você acha que essa briga foi física? Não! Deus estava tratando o caráter de Jacó, mostrando todas as suas más características, passando cena a cena tudo o que Jacó havia feito e tratando-o. Jacó foi tão confrontado que não largou o anjo até que este o abençoasse.

Que bênção Jacó estava pedindo, se, materialmente, ele já tinha muitas riquezas? Ele queria transformação no seu caráter; ele não aguentava mais ser Jacó. Tanto, que a bênção que o anjo liberou foi a mudança de seu nome, de Jacó para Israel.

O Senhor também quer nos confrontar, mudar do nosso caráter as heranças de Jacó que adormecem a nossa liderança, que nos impedem de desfrutar o melhor de Deus para nossas vidas. O Senhor quer transformar o nosso nome para Israel. Somente Israel, príncipe de Deus, entrará na casa do Pai.

Brade e decida sair da casa de Labão, voltar para a casa do Pai e no meio do caminho, ter um Encontro com Deus, ter a sua identidade mudada. O Senhor lhe diz hoje: tu não vais mais usurpar ninguém, roubar, enganar; o teu orgulho, a tua vaidade, a tua prepotência, a tua vontade de estar sempre por cima, de não se humilhar nunca, serão arrancados.

Jacó lutou com o anjo e recebeu a marca na sua coxa direita, porque Israel tem que ser marcado igualmente ao seu dono que tem escrito na coxa direita: Rei dos reis e Senhor dos senhores. E um dia Ele voltará não para buscar Jacó, mas o Israel que Ele levantou em toda a Terra.

A mulher da preferência de Jacó era Raquel. Ela havia se casado com um homem que agora não era mais o mesmo. Ou ela mudava, ou teria que morrer. Raquel também tinha muita herança de Labão. Todo líder tem uma aljava para colocar flechas, mas na aljava de Raquel estavam os ídolos da casa de seu pai, que ela havia roubado. Ela escondeu os ídolos do seu pai e por isso morreu.

Quantas vezes guardamos na nossa sacolinha herança maligna e quando somos confrontados, ainda escondemos e não queremos pôr para fora. Isso é argumento para o inimigo, é porta de entrada para a atuação de Satanás.

Satanás caminha por brecha, herança e legalidade, mas nestes dias o Senhor arrancará das nossas vidas os ídolos conscientes e inconscientes. Está em tempo de revistarmos a nossa sacolinha e tirarmos de lá todo paganismo, toda tradição pagã. Nós somos do grupo dos santos, eleitos, dos homens de fé, dos que servem ao Senhor e não aos deuses pagãos.

Podemos ver que Jacó não era mais o mesmo, pois quando ele saiu ao encontro do seu irmão Esaú, ele se humilhou, o seu irmão viu a transformação e ele se reconciliou. Nós somos responsáveis pela vida do nosso irmão.

Deus chegou para Caim e perguntou: onde está o teu irmão? Caim respondeu com descaso e Deus o fez pagar com uma marca. Deus pergunta hoje a você, líder de célula: onde está o teu irmão? Existem muitas maneiras de matar o nosso irmão, mas existe também a rota de Israel para Esaú, que é a reconquista.

Não tem como abrirmos a boca e falarmos: não sou eu devedor do meu irmão. Todos nós somos devedores um do outro e não podemos ter pendências com nossos irmãos. Tenha a certeza que nada resiste ao amor e a um coração quebrantado.

Quando nós trilhamos o caminho da casa de Labão para a casa do Pai, o caminho de Israel para Esaú, alcançamos sucesso, pois este caminho é o do amor e o do perdão. Israel voltou amando Esaú e sendo amado por ele.

Quando nos libertamos da herança de Jacó, ficamos abertos para amar e começamos a defender o Reino que envolve a todos e não ao que se refere apenas ao particular. Todos são importantes, todos têm o seu valor e não vamos mais aceitar que o diabo nos diga que somos apenas mais um no meio da multidão. Você é uma bênção, é importante e tem o seu precioso lugar no Reino de Deus.

Nós não somos mais Jacó, somos Israel, herdeiro de Deus, possuidor da herança, conquistador de novos territórios. Toda a herança de Jacó e todo sintoma da casa de Labão serão arrancados e nós entraremos na casa do Pai, entraremos em Sucote.

Vamos renunciar os ídolos que amarram e impedem as bênçãos que temos para receber, que nos conservam um Jacó, que nos prendem nos termos de Labão, pois nós fomos chamados para estar na casa do Pai.

Você tem um nome: Israel. Então, ande em santidade renunciando todo sintoma de Jacó e avançando para encontrar-se com Aquele que o formou.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Curados na memória Parte 1

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades, que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia, que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.” (Salmo 103:1-5)


A memória está ligada à alma. Nela, tudo é registrado no decurso da nossa vida, desde que fomos gerados na barriga da nossa mãe e será assim até o dia em que voltarmos para casa.

O Salmo 103:1-5 começa dando um comando à alma para bendizer ao Senhor, a não se esquecer de todos os Seus benefícios, lembrando que Ele é Quem sara todas as enfermidades; o que representa que a alma adoece.

Deus, porém, em Sua infinita misericórdia, perdoa e sara a alma iníqua, a alma que peca. Porque Ele sabe que quando a alma peca, ela sucumbe, entra em processo de envelhecimento. Quando isso ocorre, a alma facilmente esquece os benefícios do Senhor.


Ter a mente consolidada pela cura 

O propósito de Deus para todo ser humano é resplandecer a Sua glória. Ele criou homem e mulher para serem abastecidos por Ele, supridos em todas as suas necessidades.

Podemos lembrar que no Éden, como relata o livro de Gênesis, Deus ia todos os dias conversar com Adão e Eva. Mas, no dia em que o homem pecou, a alma entrou em processo de enfermidade e houve separação da presença de Deus.

Muitos estão separados de Deus por causa do pecado, da alma enferma, doente. E hoje Deus nos chama para colocar em ordem a nossa alma. Ele quer-nos sarar, curar de todo mal, para que tenhamos novamente comunhão com Ele.

Precisamos alcançar em Deus, ter uma mente consolidada pela cura. Precisamos de cura na nossa memória. Deus sempre está pronto para nos curar e sarar, tudo o que precisamos é nos lançar em Seus braços de amor. Então, Ele traz sobre nós um novo entendimento e tudo que estava em trevas recebe luz, como no início da criação do mundo.

“Levanta-te, resplandece, porque já vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti.” (Isaías 60:1)

A cura de Deus em nós será manifestada de tal maneira que vamos ter que aprender a conviver com a nova mulher que nascerá em nós, a partir de uma alma sarada pelo Pai.

Muitas feridas foram abertas no decorrer de nossas vidas, feridas expostas na alma, feridas alojadas no coração. E a Igreja de Jesus ficou adoecida, mas é chegado o basta de Deus. Não podemos andar com enfermidades na alma, senão como vamos curar outros.

Deus quer-nos dar uma memória sarada para que ao recebermos as informações do Reino, possamos ser receptíveis. Não temos absorvido muita coisa e crescido mais porque as feridas têm-nos atrapalhado. E Deus quer consolidar nossa memória através da cura para que sejamos uma Igreja curada.

Em Deuteronômio 8, Moisés exorta o povo a ter sempre na memória os benefícios do Senhor para que vivam, multipliquem-se e possuam a terra que receberiam como herança. O Senhor prometera uma terra, mas havia a parte deles a ser cumprida.


Submetendo-se ao tratamento 

Os mandamentos são a base para todas as promessas, todas as bênçãos que Deus tem para o Seu povo. É preciso manter em mente as lições que o Senhor ensinou na Palavra para que não deixemos de cumprir nenhuma delas.

Não há como obter êxito se não tivermos disciplina divina em nossas vidas. Muitos líderes não alcançaram o que tanto buscam, muitos vivem frustrados, porque não se submetem ao tratamento de terem a memória curada. Preferem viver presos a lembranças do passado que fazem enfermar cada vez mais e mais.

Há líderes que vivem em constantes desertos. Para estes, parece que o processo é sempre mais prolongado. Mas a verdade é que o treinamento para eles se estende mais, porque não se submetem. Lutam contra Deus e sempre perdem. O resultado é que são reprovados nas provas.

É no momento das provas que mostramos o quanto somos ou não tratáveis. Quando nos humilhamos, revelamos que o nosso caráter aceita o tratamento e revelamos os verdadeiros motivos do nosso coração. E de acordo com o que vamos aprendendo, vamos mudando, buscando ser sempre melhor, porque é essa a vontade do Pai para nós.

Deus humilhou os filhos de Israel para que fossem dependentes dos Seus mandamentos, para que recebessem as promessas divinas. Porque a condição mais importante para ser curado na memória é ter um relacionamento de intimidade com Aquele que alimenta o espírito, a alma e o corpo.

“Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sair da boca de Deus.” (Lucas 4:4)

Precisamos buscar cura na memória, permitindo-nos ser consolidados e submetendo-nos ao tratamento. Essa é a forma de Deus agir em nós e nos aproximar mais dEle. Porque os enfermos não conseguem usufruir os benefícios de Deus, pois estão presos às feridas e às marcas do passado.

Curados na memória - Parte final

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades, que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia, que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.” (Salmo 103:1-5)


No estudo anterior, aprendemos que precisamos buscar cura na memória, permitindo-nos ser consolidados e submetendo-nos ao tratamento. Essa é a forma de Deus agir em nós e nos aproximar mais dEle, porque os enfermos não conseguem usufruir os benefícios de Deus, pois estão presos às feridas e às marcas do passado.

Veremos mais três tópicos que nos levarão a ter a memória curada se aceitarmos o que Deus tem para nós, Seus filhos. Lembre-se de que a cura está à sua disposição e que pode brotar apressadamente, tudo depende de uma decisão.


Deus prova os corações 

Um coração arrogante inibe a memória da bondade do Senhor, esquece dos benefícios de Deus em sua vida. Por isso, o Salmo 103 nos ensina a inclinarmos o coração a Deus, reconhecendo todos os Seus benefícios, que são incontáveis.

O homem que reconhece as bênçãos de Deus em sua vida é feliz e tem um coração agradecido, livre de enfermidades e aberto ao mover do Pai.

Existem guerras que enfrentamos que por mais que queiramos culpar o diabo, dizer que não sabemos o motivo de estarmos passando por aquela luta, por maior que seja a desculpa ou justificativa, lá no fundo, bem no fundo, sabemos que é Deus provando-nos para nos curar de áreas que ainda temos dificuldades de nos render. É assim que Ele trata conosco. E tudo que Ele faz é para nos tratar, aprovar e curar.

Só Deus conhece o nosso coração, só Ele sabe o que guardamos dentro da alma. Ele sabe o quanto em nós ainda necessita de cura. E se somos soberbos, a única forma de tratar a soberba, a arrogância e o orgulho é fazendo-nos submeter às guerras e aos desertos da vida.

Quando estamos alegres, não expomos o nosso coração. Mas quando entramos em guerra e decidimos lutar para vencer, então nos expomos e somos curados.

Ninguém, quando está feliz, mostra o lado triste do coração. Mas a pessoa ferida, em guerra, em meio ao deserto, expõe o coração. E é nesse momento que grandes surpresas são colocadas para fora. Com certeza, você já ouviu a famosa expressão: Meu Deus, eu não sabia que fulano era assim. E ficou arrasado quando viu alguém que você não esperava tendo uma determinada atitude!

Sabe o que acontece? É que existem lobos dentro de nós que querem matar a ovelha que somos. Precisamos vigiar muito e matar o lobo. É o lobo que deve morrer para deixar a ovelha viver em comunhão com o Leão da Tribo de Judá.

Infelizmente, conhecemos líderes, homens e mulheres valorosos que não venceram a guerra, que morreram no deserto por opção. Mas se temos esses exemplos, não precisamos cair no mesmo erro. Até porque todo ser humano enfrenta guerras, das mais variadas possíveis. Uns mais, outros menos. Mas o desafio não é entrar na guerra, mas sair dela vitorioso. Temos que nos humilhar, não podemos morrer. Não é justo morrer nem conosco nem com Deus.


Humilhar-se para vencer e ser curado 

As pessoas que morreram no caminho foram as que não se humilharam. Humilhar-se na presença de Deus é a chave para ativar a memória do coração e receber a cura que tanto necessitamos e que nem sempre buscamos. Você só ativa a chave se houver humilhação. Então, o que você está esperando? Quando nos esquecemos, abandonamos os feitos do Senhor.

Abandonar é apagar a memória para a honra e ativar a memória para a desonra. Um coração humilhado por Deus é um coração que decidiu se render, que decidiu vencer e ser aprovado, para obter a cura.

O coração que se rende para ser curado alcança de Deus graça e favor, é um coração com a memória ativada para todos os benefícios do Senhor. Rende-se, humilha-se e é aprovado em todas as suas guerras.

Quando Jó enfrentou a sua guerra, talvez uma das maiores relatadas pela Palavra sobre um ser humano comum, porque Jesus veio em forma de homem, mas era Deus, ele disse: “Eu sei que o meu Redentor vive...” (Jó 19:25). Sabemos que apesar de tudo o Jó passou, no final, ele venceu e foi restituído EM TUDO.

A humilhação no meio da guerra produz provisão de Deus. Um coração que se humilha diante de Deus também sabe ser agradecido e recebe mais e mais do Senhor.

Quando o povo hebreu estava escravo no Egito e se humilhou, recebeu liberdade e provisão da parte do Senhor. “Mas, porque o Senhor vos amava, e para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito.” (Deuteronômio 7:8)


Um coração curado 

O coração que tem a memória ativada é um manancial profundo. “E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam. E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar.” (Isaías 58:112,12)

A promessa é que seremos guiados, continuamente, pelo Senhor. Nossa alma será farta, mesmo que estejamos em lugares áridos, no deserto. Ele fortificará os nossos ossos. Quantos homens e mulheres de Deus sofrendo de artrite, osteoporose, precisando dessa fortificação. Seremos como um jardim regado e a promessa será estendida para a nossa descendência.

Um coração curado não se esquece de Deus, porque sabe que se esquecer do Senhor é o mesmo que apagar a memória da família, a descendência, pois os filhos herdam os tesouros dos pais. Pais humildes geram filhos humildes. Pais soberbos geram filhos soberbos.

Ativar a memória é confirmação da aliança de Deus sobre a descendência. “Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, que ele é o que te dá força para adquirires riqueza; para confirmar a sua aliança, que jurou a teus pais, como se vê neste dia.” (Deuteronômio 8:18)

O profeta Jeremias nos estimula a trazer à memória o que nos dá esperança. Isso traz cura para o coração. Que possamos trazer à nossa memória a Palavra de Deus, os Seus mandamentos, decretos, promessas! E que possamos viver por eles, assim seremos curados na memória e viveremos uma vida em segurança na Sua presença, garantindo que nossos filhos e gerações experimentem a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.


 
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